Desculpar os erros alheios com siceridade é caridade, com os próprios erros é abrigá-los nos braços da mentira e na ausência da vontade.
Apiedar-se das dores do próximo é caridade, a pena de sí mesmo é a covardia disfarçada traçando rumos
onde o sucesso não pode ser alavancado.
Perdoar os deslizes alheios é um ato nobre, não perdoar os próprios revela que essa Nobresa ainda não está completa.
Dedicar-se aos trabalhos filantrópicos revela nobreza de alma, esquecer-se de que, dentro de nós existem mazelas que merecem cuidados é falta de sensibilidade.
Paixões são como ventos em dias de temporais, o amor é como a brisa no fim do dia, um destrói o outro constrói.
O orgulho na dose certa promove crescimento íntimo, alem da medida abrem-se as portas em convites á jactância e a íntimidade descresse.
O trabalho material dignifica o homem que na terra some, o trabalho espiritual dignifica a existência e essa é imortal.
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