segunda-feira, 20 de agosto de 2012

Necessidades...


 Necessidades! 

Essa palavra resume em síntese sobre o que precisamos para viver, não existe vida física sem adequações de bens materiais para a existência do ser humano. Os animais também ao contrário do que muitos pensam, trabalham exaustivamente pela sua subsistências, a natureza, assim como para os seres humanos está a favor ou a desfavor de todos por igual. Mas o homem tanto pela subsistência como pelos excedentes busca meios através dos recursos disponíveis na natureza e os coloca a serviço de sua inteligência. 

Hoje exaltamos com orgulho o nível de acuidade mental mediano, esse mundo globalizado dentro de nossas salas através da tecnologia e veneramos os gênios que permeiam a sociedade em suas buscas pela cura das doenças, pela conquista do espaço cósmico, pelas pesquisas fantásticas no fundo dos mares, a descoberta do micro e do macro nos colocando diante de uma nova realidade, o que era obscuro a tempos passados se pode dizer que vivemos hoje um período de quase glórias.

Só não devemos esquecer que cada século, por todos os séculos, os seres humanos também se espantavam e veneravam as mesmas coisas, se valiam dos inventos, das descobertas, da novidade para viver com mais conforto e facilidades. E no futuro seremos visto cada vez com mais rapidez como um período ultrapassado, e as mesmas perguntas que fazemos hoje, quando os arqueólogos encontram restos de civilização em níveis de adiantamentos culturais e sociais, nós também deixaremos encoberto pela mãe terra  resto de uma época que causará intrigas mentais e estudo de muitos pesquisadores. 

O passado e o presente sempre a trabalho do futuro e, nessa busca o ser humano soberano que é, foi, está e será também o responsável pela conservação ou deterioração  dos três reinos animal, vegetal e mineral, mais assim como foi plantado e colhido os resultados de nossos comportamentos no que se refere a sentimentos, o futuro também colherá tanto de forma coletiva como individual  as nossas ações. 

O ser humano se assemelha a um pássaro de vôos curtos, a obra em prol do conforto e praticidade, carece e muito dos elementos de amor e caridade. No passado e agora tragédias morais de forma catastróficas gerando dores e mágoas não foram ou são suficientes para que o prato do orgulho e do egoísmo deixasse de ser degustado com prazer por muitos! 

E aqueles que se fartam do amor e da paz, que lutam de forma coletiva e individual espalhando seus feitos, ou são venerados, enxovalhados e perseguidos com palavras e atos depreciativos ao longo dos milênios. Quando o ser humano de forma global finalmente compreender que a busca pelas suas necessidades, que a miséria moral e física é a desgraça que nos mantém numa condição de inteligentes bem sucedidos e  quase bestiais quanto as questões de almas, ai sim poderemos dizer que somos evoluídos.

Enquanto esse momento tão sublime se encontra no final do arco Íris, por agora, Deus em sua infinita sabedoria, nós vê como crianças e ele piedosamente nos ampara e espera a nossa maturidade, nos dando a cada momento novas oportunidades de recomeço, nos perdoando a cada ato  falho, nos mostrando a necessidade de perdoar nossos irmãos assim como ele nos perdoa. E entre o sofrer, querer e o que se necessita o homem acabará encontrando a plenitude do amor...

2 comentários:

  1. Oi Leo!

    Minha querida... como foi o lançamento , na Bienal?

    Você me emocoinou viu? ... Olhe... não consegui mandar mensagem por tt... tentei mas não soube : )

    Procurei teu e-mail aqui no blog e não encontrei.

    Meu e-mail e msn é :

    selma_oliveira1980@hotmail.com

    Lá podemos conversar melhor.

    Beijos e muita paz!

    Selma.

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