Percorri tantas ruas como um louco,
corria como uma criança que segura a linha da pipa
procurando o caminho do vento,
vaguei por tantos mares formados pelas lágrimas do meu sofrimento.
Sentei em muitas calçadas vendo a vida passar,
corria como uma criança que segura a linha da pipa
procurando o caminho do vento,
vaguei por tantos mares formados pelas lágrimas do meu sofrimento.
Sentei em muitas calçadas vendo a vida passar,
vi a felicidade e a tristeza estampada em cada
olhar,
escorreram pelos meus dedos os desejos e todos os medos,
sobraram muitas verdades e centenas de segredos.
Soltei as amarras e hoje quem voa no espaço sou eu,
uma pipa que plaina solta no tempo e a favor do vento,
sem a linha, sem lágrimas e sem sofrimentos
mas encarcerado ainda pelo seu coração e seus pensamentos....
escorreram pelos meus dedos os desejos e todos os medos,
sobraram muitas verdades e centenas de segredos.
Soltei as amarras e hoje quem voa no espaço sou eu,
uma pipa que plaina solta no tempo e a favor do vento,
sem a linha, sem lágrimas e sem sofrimentos
mas encarcerado ainda pelo seu coração e seus pensamentos....
poderia também eu Voar, mas as Amarras do Tempo me deixariam a mercê ou a par destes pensamentos
ResponderExcluirquem sabe poderia eu tecer algum comentário,mas os Ventos do Tempo me permitiria ?
ResponderExcluirOi flor!!!!
ResponderExcluirLinda a poesia!
Beijos
Selma