Numa roda de amigos,
sempre há alguém que lá pelas tantas nos questionam “ se existe encarnação,
porque não lembramos, que proveito se tem disso em assim sendo”? A resposta é
uma contra pergunta; que proveito temos se ao nascer cada criança no mundo se
seu espírito fosse criado no ato e fosse tão inocente quanto o corpo? Se assim
fosse o mundo hoje estaria completamente atrasado, uma vez que uma criança
depois que nasce, pode viver, três anos, dez, trinta, ou noventa, mas ao morrer
seu cabedal de conhecimento seria apenas sobre esse tão período curto! Morrendo
o corpo e o espírito voltando para Deus, indo morar para sempre no céu, não
teríamos o mundo evoluído tanto em ciência, tecnologia, e religiosidade, ao
nascer o espírito usa um corpo como se uma roupa e ao gastá-lo ele retorna para
uma nova jornada, vemos pais e familiares espantados com o grau cada vez mais
inteligente de seus filhos e netos, crianças com sagacidade de alma incríveis!
Mas isso não é coisa de agora é de sempre, em todos os milênios. O proveito de
não se lembrar na integra todos os nosso feitos nas vidas passadas é a
providencia Divina que nos protege, se numa vida curta de setenta anos ou mais
ou menos, quando nós erramos, nos temos que encontrar meios de continuar
vivendo, nos jogamos na gaveta esses erros, “passamos por cima” como se não os
tivesse cometidos, mas no fundo da consciência nós sabemos que não foi o
correto, e devemos sim “passar por cima” pois somos ainda infantis, os erros são
ainda a forma de se corrigir. Se os erros dessa pequena vida nos machucam
tanto, como seria lembrar dos erros de vidas passadas? Como seria ter a
consciência clara de que uma mãe hoje, ama um filho que foi o real motivos de
suas desgraças em outras vidas? Como seria lembrar que um pai, um irmão que nós
hoje amamos, amor esse que foi estreitados pelos laços sanguíneos, que são os
nossos inimigos viscerais? Como seria hoje viver em extremada miséria e se
lembrar que foram milionários e relapsos, completamente irresponsáveis? Como
hoje ter seqüelas físicas e se lembrar que eram perfeitos, mas usaram seus
órgãos por tantas e tantas vezes para o mal que hoje volta sem um deles? E etc., e etc,. a resposta coerente é essa.
Estamos aqui numa gigantesca escola, evoluindo a cada vida, aprendendo amar,
entre os mesmos! Nenhum ato bom, nobre, será perdido jamais, nenhum ato ruim
escapa da correção seja nessa ou em outra vida! Nossos feitos nobres em todos
os sentidos da vida humana são enaltecidos por Deus, o tal “óbolo da viúva” nas
Falas de Jesus. Esse é o proveito dos
“esquecimentos do passado”. Felizes são os espíritos que retornam com a tarefa
conclusa , muitos voltam falhos cometem os mesmo crimes, agravam sua tarefa
futura, mas o bem que fez, também jamais se perde...quinta-feira, 27 de junho de 2013
Volta...
Numa roda de amigos,
sempre há alguém que lá pelas tantas nos questionam “ se existe encarnação,
porque não lembramos, que proveito se tem disso em assim sendo”? A resposta é
uma contra pergunta; que proveito temos se ao nascer cada criança no mundo se
seu espírito fosse criado no ato e fosse tão inocente quanto o corpo? Se assim
fosse o mundo hoje estaria completamente atrasado, uma vez que uma criança
depois que nasce, pode viver, três anos, dez, trinta, ou noventa, mas ao morrer
seu cabedal de conhecimento seria apenas sobre esse tão período curto! Morrendo
o corpo e o espírito voltando para Deus, indo morar para sempre no céu, não
teríamos o mundo evoluído tanto em ciência, tecnologia, e religiosidade, ao
nascer o espírito usa um corpo como se uma roupa e ao gastá-lo ele retorna para
uma nova jornada, vemos pais e familiares espantados com o grau cada vez mais
inteligente de seus filhos e netos, crianças com sagacidade de alma incríveis!
Mas isso não é coisa de agora é de sempre, em todos os milênios. O proveito de
não se lembrar na integra todos os nosso feitos nas vidas passadas é a
providencia Divina que nos protege, se numa vida curta de setenta anos ou mais
ou menos, quando nós erramos, nos temos que encontrar meios de continuar
vivendo, nos jogamos na gaveta esses erros, “passamos por cima” como se não os
tivesse cometidos, mas no fundo da consciência nós sabemos que não foi o
correto, e devemos sim “passar por cima” pois somos ainda infantis, os erros são
ainda a forma de se corrigir. Se os erros dessa pequena vida nos machucam
tanto, como seria lembrar dos erros de vidas passadas? Como seria ter a
consciência clara de que uma mãe hoje, ama um filho que foi o real motivos de
suas desgraças em outras vidas? Como seria lembrar que um pai, um irmão que nós
hoje amamos, amor esse que foi estreitados pelos laços sanguíneos, que são os
nossos inimigos viscerais? Como seria hoje viver em extremada miséria e se
lembrar que foram milionários e relapsos, completamente irresponsáveis? Como
hoje ter seqüelas físicas e se lembrar que eram perfeitos, mas usaram seus
órgãos por tantas e tantas vezes para o mal que hoje volta sem um deles? E etc., e etc,. a resposta coerente é essa.
Estamos aqui numa gigantesca escola, evoluindo a cada vida, aprendendo amar,
entre os mesmos! Nenhum ato bom, nobre, será perdido jamais, nenhum ato ruim
escapa da correção seja nessa ou em outra vida! Nossos feitos nobres em todos
os sentidos da vida humana são enaltecidos por Deus, o tal “óbolo da viúva” nas
Falas de Jesus. Esse é o proveito dos
“esquecimentos do passado”. Felizes são os espíritos que retornam com a tarefa
conclusa , muitos voltam falhos cometem os mesmo crimes, agravam sua tarefa
futura, mas o bem que fez, também jamais se perde...
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