sexta-feira, 13 de setembro de 2013

Aprendendo...



A boa vontade é como o  Saber, nunca é demais! Há dois tipos de boa vontade que são bem aparentes, a boa vontade conosco mesmo, o ego sadio, o orgulho na dose certa, o respeito pela próprias existência como Ser, e o amor próprio.  Um trabalho íntimo espetacular para aqueles que conseguem realizá-lo, quase sempre ressaltamos alguns e passamos por cima de outros, e a boa vontade com o próximo. Por incrível que pareça a boa vontade com o próximo depende de algumas coisas, as vezes nós nos esmeramos ao máximo em ajudar alguém, e essa ajuda lá na ponta, fica a sensação de que o ajudado não se encontra da forma que esperamos! Nós não ultrapassamos as barreiras dos merecimentos de ninguém, muito menos dos nossos. Merecimentos de cada um faz parte de toda uma gama de atitudes da Alma, tanto dessa vida como de outras. Parentes, amigos, desconhecidos, todos nós estamos inserido nesse contexto, quantas vezes nós nos deparamos com dores, situações infelizes, amargas, que fazemos de tudo para ajudar e no final as aparências são de resultados insignificantes. Quando praticamos a boa vontade, o benefício é de quem faz, a paz, o dever cumprido, é um sentimento nobre acrescido em nossa Alma, completamente independente do sentimento do ajudado, se o ajudado se sente grato, esse sentimento aglutina-se a ele! Parece uma coisa egoísta, mas não é, na verdade é a corrente do bem!
"Fazer o bem sem olhar a quem" é isso. A boa vontade não depende de lugar e espaço para ser praticada, nem tão pouco da gratidão de quem recebe, a única coisa que se resulta dela é aprender a amar a cada dia...

( Léo Fernandes)


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