Nesse mundo
de imperfeição moral em que ainda vivemos, desde os mais simples dos atos até
os que são considerado impossíveis, seja no dia a dia ou ao longo da vida, não
devemos julgar de maneira estanque os sentimentos humanos, por hora ainda não
somos capacitados para tal trabalho, pois que;
Há dores que
salvam, saúdes que matam.
Amores que
destroem, separações reparadoras.
Desgostos que
nos despertam e prazeres que nos adormecem.
Tristezas que
nos levantam e felicidades que nos desgraçam.
Fé que nos
curam ou nos mostram o abismo.
Ignorância
que une e sabedoria que segrega.
Uma luta
íntima e diária, somo elos de uma corrente única, somos criaturas em evolução,
nossas atitudes são interligadas, atingimos e somos atingidos, nesse árduo
trabalho pessoal de certa forma somos responsáveis pelo contexto humano, assim
como uma gota de água em separado não deixa de fazer parte das águas do mundo,
nós também enquanto humanos, somos filho do mesmo Pai. Errar e acertar ainda é
a nossa tarefa, o único julgamento real sobre as atitudes humanas compete a
Deus, quanto a nós, quando muito podemos supor sobre os atos de alguém, aprender com os erros e repassar os
acertos...
(Léo
Fernandes)
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