segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014

Aceitação.



Mesmo que, não se queira, não se aceite, não concorde, que seja revoltado, todo indivíduo nasce com algumas coisa bem definidas,  que ao longo da vida tem que ser trabalhadas. Dê nomes que achar melhor à esse fato; sorte, destino, carma, predestinação, etc. , etc.,  mas esse fato não some, nem pelo nome e muito menos pelo estado indignado  com que o indivíduo resolva adotar.  Ao longo da vida, diante de tudo que nos aconteça, das coisas que foram acrescidas por nós ou pelos outros, das que foram sanados,  essa “coisa definida” é o ponto crucial de nossa existência, e dela que devemos mesmo nos ocupar, e ela a chave que abre e fecha todas as oportunidades de uma existência. E com ela que temos que fazer as pazes! Ela, não pode ser doada, transferida ou vendida, ela faz parte de nossa identidade, é ela que nos mostra ao mundo há que viemos , fora isso, são coisas normais e lateralidades que o indivíduo precisa para viver. Não se trata de aceitação barata, ou falta de lutas, trata-se de aceitar fatos de nossas vidas que não podemos mudar! Aceitar com amor, com caridade, com dignidade, aquilo que chamamos de má sorte, de tragédia, mas na verdade é apenas o que somos. A compreensão sobre fatos definidos é o que nos permite viver com alegrias, saímos da condição de coitados, somos vistos como exemplos e acima de tudo passamos a amar o que somos.Uma vez nos amando, é fácil contribuir com o Amor no mundo!...

(Léo Fernandes)  


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