Que saudade de brincar na rua, de
esconde, esconde, sobre o manto da lua, de rolar na cama pela manha sentindo o
cheiro de pão, das mãos carinhosas a lavar os meus cabelos, dos causos de
assombrações e de medos arrumados
Quantas lembranças dos olhares de
reprovações antes ou depois dos abraços, das toalhas de mesas, dos pratos, dos
risos dos amigos, dos vizinhos, do canto dos passarinhos no velho pé de figos,
do velho rádio com as suas notícias, mas nenhuma delas eram melhores do que as
minhas...
(Léo Fernandes)
Nenhum comentário:
Postar um comentário