Quase
sempre eu rogo a morte, até chego a desejar que seja breve, diante do meu pouco
merecer, mas com a sua presença face a face, me rasgo em desespero e vejo o
quanto ainda preciso viver.
Ela me sorri e me mostra a foice, e eu pergunto o por que
do seu sorrir, ela faceira me responde; o meu trabalho e servir. Envergonhado
me recolho, e espalhado em minha volta o quanto fazer, enxergando demais no meu
merecer...
Léo Fernandes
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