domingo, 4 de maio de 2014

Servir


Quase sempre eu rogo a morte, até chego a desejar que seja breve, diante do meu pouco merecer, mas com a sua presença face a face, me rasgo em desespero e vejo o quanto ainda preciso viver.

Ela me sorri e me mostra a foice, e eu pergunto o por que do seu sorrir, ela faceira me responde; o meu trabalho e servir. Envergonhado me recolho, e espalhado em minha volta o quanto fazer, enxergando demais no meu merecer...


Léo Fernandes





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