quinta-feira, 5 de novembro de 2015

“Amar o próximo como a ti mesmo”.
Não perder a esperança no Ser humano.
Não deixar de crer que todos somos capazes de mudanças felizes mesmo que leve uma vida.
Entender que todos nós temos os mesmo diretos.
Compreender as dificuldades do próximo e ajudá-los.
Ser piedoso com as dores físicas e morais.
Jamais perder uma oportunidade de ajudas morais, intelectuais e físicas.
Jamais desacreditar os sonhos dos outros.
Não perder as chances de incentivar todos os sentimentos bons e as atitudes.
Isso é uma parte de um código Divino que tem por meta a sociabilizarão entre os Seres nas base do amor.
Isso é caridade!
Mas, não se ama o próximo se não há amor em ti mesmo.
A esperança não se perde quando há ações, sem ações ela não passa de ilusões.
Crer que somos capazes, mas com exemplos, os que não querem absolutamente nada de responsabilidade com a vida é um problema dele, não nosso.
Todos temos direitos, desde que, saibamos que sem os DEVERES nada será possível concretizar.
Ajudar o próximo não é mantê-lo na miséria, propiciando maneiras de prolongar a sua preguiça mental.
Ser piedoso, não é ser conivente em lamurias.
Propiciar todas as oportunidades de ajudas morais, intelectuais e físicas, é fazer a nossa parte, os resultados compete ao outro.
Crer nos sonhos, mas abrir os olhos para a realidade da ação.
Incentivar as boas ações, mas saber se afastar quando isso não for aceito, cada um sabe de si. Por mais que amamos não temos esse poder de despertar amor e responsabilidade naqueles em que isso não há, a vida se encarregará de modificá-lo.
Ser caridoso é simples, mas amplamente trabalhoso de se executar, muitas vezes exigimos dos outros o que não temos. E muitas vezes temos de sobra, mas nada podemos fazer, a proximidade e o distanciamento correto também faz parte da caridade!
Por mais absurdo que possa parecer é exatamente a DOR a doze que a caridade exige!
Léo Fernandes



Nenhum comentário:

Postar um comentário