sexta-feira, 25 de dezembro de 2015


O meu coração não é Terra estéril que precisa de reparações ou mereça desprezo, ele aceita de bom grado todas as sementes, é o jardineiro que há de ser cuidadoso, pois dependendo do Sol e da chuva pode nascer cem por um. Ele não se importa com os sulcos do arado e nem tão pouco se sangra, mas quem planta há de colher é a regra da vida e ele descobriu à duras penas, que viver bem é pra quem sabe lavorar e não pra qualquer um.


Léo Fernandes

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