Quando as dores nos tornam egoístas?
Quando sofremos muito ao ponto de começar a questionar as benesses alheias, quando começamos a duvidar dos merecimentos próprios e da falta de ajudas dos céus, como se fôssemos os julgadores dessas benfeitorias, quando o que nos fazem, quando nos socorrem e achamos que está aquém do que precisamos, quando começamos a exigir atenção absoluta dos envolvidos ao ponto de sufocá-los como se fossem eles os responsáveis e não o nosso carma.
Quando as alegrias ao derredor não mais nos atingem, quando o nosso olhar é de vítimas e o nosso sorriso é amarelo, quando as pessoas não se sentem mais bem com a nossa presença. Não precisamos aprender a sofrer, o que precisamos e perder tempo em como aprender a ser feliz com o que temos a cada momento, ao levantarmos não sabemos se terminamos o dia entre os homens e podemos ser surpreendidos e acordar em Deus nunca tristeza sem fim. A Luz Divina completamente acesa para nos receber o nós cegos sob a capa de dores costurada fortemente por falta de visão e um pouco de humildade.
Quando as alegrias ao derredor não mais nos atingem, quando o nosso olhar é de vítimas e o nosso sorriso é amarelo, quando as pessoas não se sentem mais bem com a nossa presença. Não precisamos aprender a sofrer, o que precisamos e perder tempo em como aprender a ser feliz com o que temos a cada momento, ao levantarmos não sabemos se terminamos o dia entre os homens e podemos ser surpreendidos e acordar em Deus nunca tristeza sem fim. A Luz Divina completamente acesa para nos receber o nós cegos sob a capa de dores costurada fortemente por falta de visão e um pouco de humildade.
Léo Fernandes

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