terça-feira, 8 de outubro de 2019


A justiça humana pode não atingir o que esperamos para punir certas delinquências, no entanto o infrator sabe em sua intimidade que a Lei Universal o reconduzirá cedo ou tarde e lamentavelmente a dor será o único caminho.

Na infância moral em que vivemos absorvemos dos mais graduados amor e conhecimento, e muitas vezes na tentativa de sermos professores muito aquém de tal tarefa, nós nos tornamos contraventores.

Muitos inadvertidamente acreditam piamente no castigo Divino, se condenam vindo a serem os seus próprios juízes e carrascos, colocando a Divindade dentro dos seus parâmetros, outros, diante de seus erros e fracassos esperam que a Justiça seja branda e complacente como eles o são, diante de seus comodismos morais.

Deus jamais perdoa, uma vez que Ele não se ofende com as nossas deficiências.
Deus jamais julga sendo que, somos livres para escolher o caminho seja do bem ou do mal.
Deus não condena, a dor que nos é imposta é fruto de nossas próprias escolhas.
Deus é nosso Pai, nós que temos dificuldades de reconhecer essa Paternidade.
Deus ama infinitamente, assim como parece infinita a nossa desconfiança em relação a esse amor.

Léo Fernandes 






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