Somos inteligentes e laboriosos buscamos com afinco prover meios confortáveis ao nosso bom viver, por milênios o homem desvenda os mistérios, uma saga contínua em prol desses conhecimentos. Seja por bens materiais, recursos de sobrevivências, um trabalho sério e natural fazendo com que nos tornemos especiais diante das agruras da natureza.
Imaginações férteis que ao longo dessa jornada, hoje somos capazes de uma auto afirmação como sendo os senhores do progresso em todos os sentidos e das necessidades humanas. Em nossa infância espiritual, as limitações e a falta de interação relacionada a outros povos fez com que cada núcleo desenvolvessem seus estilos de vida, e quando por fim ouve a integração, absorvemos e passamos experiências.
Fomos tão incansáveis em direção aos bens matérias, na conquista do conforto, no desvendar a saúde do corpo físico, em conhecer outros mundos e a profundeza dos mares, que quase nada mais há que ser descoberto a grosso modo.
Diante dessa vivência espetacular, lamentavelmente somos como um pássaro que possui uma de suas asas quebrada. A asa da sabedoria íntima não suporta vôos longos encontra-se atrofiada, preocupamos com o exterior e somos ainda homens das cavernas em nossas intimidades. Como nós tornamos perplexos diante das atrocidades humanas, se esta é parte coletiva de nossas irresponsabilidades?
Somos todos responsáveis pelos acontecimentos sociais e morais de uma nave chamada Terra!
Os bens morais em muito de nós, são como pedras brutas e ao sermos assolados mostramos verdadeiramente quem somos. O mesmo orgulho sadio que foi a massa propulsora desse desenvolvimento, em paralelo veio a ser o elemento devastador o pai de todas as desgraças que nos impedem de voarmos livremente.
O amor e o conhecimento nos tornam capazes de voar como as águias, atingir as alturas e vislumbrar de forma abrangente a beleza do nosso orbe, compreender que fazemos parte desse mundo e por ele devemos respeito. Voar e pousar mansamente e empurrar de forma amorosa os filhos para que seus vôos sejam de paz e confiantes.
Enquanto ainda somos aves rasteiras, não devemos esquecer de onde partir e como chegar. E se encontramos agora em fases tão evoluídas exteriormente, quando vamos voltar os olhos para essa deficiência que nos mantém em vôos solos, rasteiros e desengonçados?
Inteligente é aquele que percebe a necessidade de voar de forma plena, tendo em uma de suas asas o bater da sabedoria e em outra a leveza do amor. O equilíbrio desses dois componentes nos tornam homens pássaros, vivendo no chão em meios ás benesses matérias sem sermos mundanos, e pássaros de vôos livres em nossa intimidade.
Aquele que já consegue voar em plenitude , sua partida e sua chegada é sempre nas bases do Amor e seu jugo é leve...
amigaaaaaaa
ResponderExcluiradoreiiii