terça-feira, 15 de novembro de 2011

A sede e a Rosa

Um copo de água mata muita sede,
um sorriso franco espanta os medos,
um olhar sorrateiro guarda os segredos.
Um aperto de mão afaga a alma e
uma palavra amiga nos acalma.

Pela rosa desafiamos os espinhos,
pelo ideal gastamos uma existência e
para nos livrar da dor pagamos penitências.
Pelo sagrado cometemos atrocidades e
pela vida, viajamos por qualquer caminho.

E todos os medos tem muitas sedes,
todos os segredos transbordam no copo e
e todas as mãos querem as rosas.
E muitos espinhos ferem os ideais,
as penitencias são poucas para tantos caminhos
e todas  atrocidades pode perder a existência.

E matamos a sede nas palavras amigas,
e todas as penitências faz parte da viagem
e o aperto de mão é o guardião do caminho....






Um comentário:

  1. Uia Leo...Tem um monte de coisa que eu não tinha lido. Você nem me evisou. Muito bom como sempre...

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