Nessa
prisão que habito, desejo o vôo da liberdade quando olho o infinito
Procuro
e não me encontro, a cada passo mais labirinto
Até
mesmo as dores perdem o sentido
Os
gritos são mudos e as falas sem importâncias
Os
sonhos são moídos, e o caldo é de esperança
Esse
vôo é rasante, o infinito me vê no labirinto da vida
Ouve
os meus gritos e sussurra em meus ouvidos
Guia
os meus passos ao meu encontro
Sinto
a brisa da paz como um beijo na alma
Visitada
pela vontade que
gota a gota me enche de calma...
Léo Fernandes

Hermoso poema Leo, un placer.
ResponderExcluirte dejo mis saludos desde Valencia,
feliz semana.