sexta-feira, 15 de março de 2013

Somos todos, um!



Sofremos tanto, lutamos desesperadamente dia e noite, nos instruímos, evoluímos, tudo no sentido de melhorar a vida, e melhora, é válida e sagrada essa luta. Só não se pode esquecer de que os bens materiais um dia perecem, nossa única riqueza real são os bens morais e psíquicos, estes são eternos. Não devemos menosprezar os parcos bens materiais de muitos, para eles foram também lutas árduas suas conquistas simplistas tem o mesmo valor de fortunas valorosas. A dificuldade na verdade não mede com resultados materiais, a dificuldade é equivalente ao grau de cada um! Assim como as riquezas terrenas são da terra e para a terra, as riquezas morais e intelectuais, são mananciais  que matam a cede dos que dela necessitam, mas os donos desses bens se deles faz mal uso, assume para si a responsabilidade de seus atos, suas “águas” estão envenenadas e ele um dia terá que beber dela também.

Muitos “intelectuais” escarnecem dos “pobres diabos”, esses “coitados” que ouve, buscam exemplos nos grandes nomes que passaram pela terra, tanto nos meios religiosos como filosóficos, esses que deixaram seus legados com exemplos de vida digna no caminho do bem. Todos tem o direito de abusar ou enaltecer os “pobres diabos” os  de mentes fracas, os que precisam crer em Deus, o ópio das massas, para sobreviver, mas esquecem de que, a natureza é soberana, tudo se transforma, nada se perde, nada morre e tudo se troca!  
O fato é que, pelo sim ou pelo não, com Deus ou sem, “o que se procura acha” essa frase não precisa nem ser lida com a conotação religiosa, basta lê-la nua e crua! Todo bem e todo mal que se faz ou deixa de fazer, ele  é o seu verdadeiro filho, ele pode correr o mundo, mas um dia ele volta a casa do pai. O ser Humano não faz guerra com ninguém, ele luta consigo mesmo, ele nasce com arco e flecha, seu arco é sua mente, a flecha são suas atitudes.

Somos todos um, para desgosto de muitos, da ralé a nobreza, entrelaçados e juntos caminhamos, e quanto mais flechas do bem forem lançadas mas amor e paz na terra!....

Léo Fernandes 


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