Da minha guerra ninguém sabe e nem vê,
minhas alegrias são como os vaga-lumes, já sai de fera e ferido, de outras já
venci e também fui derrotado, é uma guerra sem fim, um eterno lutar de mim.
Me sirva um copo d’água, me peça para
sentar, a jornada foi longa preciso descansar, me fale de suas alegrias que
conto sobre as minhas, dos problemas
falamos depois, pois quando um se vai vem mais dois...
Psicografias (Léo Fernandes)

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