Faxineiros do mundo!
Está cada dia mais fácil falar sobre a
presença, a existência do mundo dos espíritos, tanto do bem quanto do mal. A
maldade parece que sobrepõe o bem de forma assustadora. E isso vem de dentro de
cada um de nós, como disse Jesus; “ o mal não é o que entra pela boca, mas o
que sai dela”, ou seja, nossos atos e palavras, antes de sair e ganhar o mundo,
ou foram espontâneo ou pensados , mas a sua natividade é a nossa intimidade.
Hoje em dia já é quase comum, ver seres
invadir templos religiosos, quebrar imagens, colocar fogos, agredir pastores,
roubarem igrejas, praticar atos obscenos
com objetos que para muitos são tidos como sagrados, aviltando a crença
de cada um.
Nas praças publicas, nas ruas, as
vestimentas escrotas, comportamentos agressivos, gestos, palavras que execra o
meio em que naquele momento está sendo palco de seus shows. Chegamos em um
ponto em que nem as escolas, os locais de trabalho, as crianças e os velhos
estão sendo poupados com essa presença desvirtuada. Não somos perfeitos e ainda
estamos muito longe de ser, mas agraciados estão aqueles que disso não propaga,
não faz parte, não coaduna, que entende não o ato, que não se trata de
respeitar e não praticar preconceitos, mas por saber sobre a triste sina dos
faxineiros mentais!
Um ser quando inventa de dar o seu show
de forma agressiva, em locais atípicos, com intuito de chocar a sociedade ele
nem tem a ideia do que está naquele momento acontecendo com ele mesmo, se
tivesse noção, não faria!
Todos os pensamentos de dores, negativos,
infelizes, mágoas, dos assistentes, são canalizados de forma direta para o tal
“artista”, quando ele termina o seu show, as pessoas estão leves, e ele se
carrega e parte, uma verdadeira nuvens escura, parcela das angustia da platéia.
Ele não passa de um faxineiro metal, um
pobre ser que nem se dá conta de sua infelicidade. Sua vida que já era amarga, se torna mais ainda. “É
necessário que haja escândalos, mais ai daquele que vem o escândalo” Jesus.
Os espíritos infelizes estão sempre à
procura de vasos, para depositar as suas mazelas, e nós somos vasos, nós
temos adubo, mas somos obrigados a
sermos completamente responsáveis pela qualidade das sementes.
O espíritos da Luz, de nós penaliza de
forma igual, são dotados de amor e sabedoria, nos protegem, nos livram de
males, mas espera o nosso chamado, a nossa vontade, tanto o artista quanto a
platéia estarão amparados, só não podemos esquecer que esse amparo é; “à cada
um segundo as suas obras”.
( Léo Fernandes)
Nenhum comentário:
Postar um comentário