sábado, 13 de fevereiro de 2016

Mãe de Deus veja os dias que vivo estou igual a um veleiro perdido nos mares de angustias, sem bússola, sem destino à espera de um porto que me abrigue, os olhos cansados de ver as desilusões vencerem, me arde à carne pelo sal da luta e de ver a razão e o amor perder para a força bruta.

Mãe de Deus veja os meus sonhos perdidos, os adeuses que me marcaram a ferro e a fogo, não me deixe só, eu prometo apesar de tudo começo de novo.


Léo Fernandes 




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