Andava
como um louco pelas ruas prisioneiro dos seus pensamentos, motivos de chacotas olhares
de escárnios, vagando pelos trilhos da amargura na companhia do vento, ao relento,
maltrapilho e de alma nua o corpo de pé esperança na lama! De dia, de olhos
vermelhos, faminto, corações endurecidos o atravessavam como espadas, mas a
noite no escuro, deitado na calçada ainda era um apaixonado pela lua!Léo Fernandes
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