As cordas de um instrumento musical cada uma
delas tem uma vibração, a nossa alma também, resta-nos saber o que vibramos e
que som está apto a produzir, o que gostamos e o que sentimos do que vivemos e
o que nos dá prazer!
Ninguém precisa nos dizer o que somos e que
tipo de pessoa anda pelo mundo, basta-nos um pouco de honestidade íntima e tudo
se esclarece!
O que mais pesa na alma, o amor ou o ódio?
A ociosidade lhe agrada, ou incomoda?
A inveja faz parte do dia ou a luta contra ela
é maior?
O prazer em ver sofrimentos de terceiros é
maior que a piedade?
O perdão não faz parte do caminho ou é
considerável?
O amor próprio é exaltado ou ainda embrionário?
Questões simples, tanto é que as aplicamos aos
outros, mas é bom reconhecer de todas essas verdades complicadas em nós, saber
que podemos lutar por nós com mais amor e vencê-las, a perfeição é objeto raro,
mas o que não pode haver é raridade em nossas vontades em fazer o bem.
Léo Fernandes

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