Somos passageiros da vida em todos os sentidos a bagagem que amealhamos determinará qual será a nossa estação, se é a da felicidade a ou a da solidão.
Temos o direito de vivermos como quisermos, mas temos o dever de aceitar a vivência alheia, o prato da balança, não suporta por muito tempo o peso adicional da intransigência.
A vida é como um barco, aporta em todos os portos, mas não significa que temos que aceitar que passageiros contrário aos nosso ideais assumam o leme.
A meta de cada um no que se refere a vida é pessoal, a meta da Humanidade é amar e ser amado mesmo que, ainda não estejamos cônscios dessas verdades.
Os passos satisfátorio em direção aos sonhos e aos ideais já realizados, são daqueles que perceberam que de mãos dadas, a caminhada se torna mais útil e prazerosa.
Ao longo do percurso de cada um, sempre haverá ao lado alguém de mãos estendidas, e quem as segura com amor, com certeza jamais precisará estender as suas.
É impossível fazer a travessia da vida física solitariamente, do berço a velhice somos dependentes, essa condição natural nos mostra em si, a necessidade de amar mesmo a contra gosto.
Podemos olvidar os lamentos dos que nos rodeiam, mas devemos ter em mente que as lágrimas ignoradas, talvez seja de uma das fontes que ajudamos a construir com as ferramentas da indiferença.
Imprudente é aquele que vive os sonhos dos outros, enquanto os seus permanecem em faze embrionária, solidariedade e caridade não pode ser confundida com negligência própria...
Excelente artigo, que nos faz pensar em nossa vida.
ResponderExcluirGosto muito de tudo o que me faz filosofar sobre o sentido da vida.
Parabéns!
Bjs