É muito fácil para aqueles que pensam um dia fazer algo de bom ao próximo, apontar os erros dos que já fazem.
Aquele que não entende a mágica do Silêncio e ama a si mesmo terá sem dúvidas uma velhice amarga.
Rugas e cabelos brancos nos dão experiências, mas nem sempre vem acompanhadas pela sabedoria e bondade.
A juventude exige pressas a cada ato como se o tempo fosse inimigo, a velhice pode caminhar a passos lentos lamentado o tempo perdido.
Ter o corpo velho e decadente pela velhice é missão cumprida, pelos desatinos e maus comportamentos é desperdício de vida.
Na juventude o mundo é nosso e tudo podemos, na velhice somos do mundo e quase sempre foi perdido o que se podia.
Na velhice lamentar o tempo perdido é sofrer pelo que não volta e amargurar o resto dos dias.
Sabedoria na velhice é olhar o passado, ver o trabalho feito e perceber que o orgulho e o preconceito não é mais o seu prato do dia a dia.
Velhice não é sinônimo de humildade e paciência, o desgaste do corpo pelos anos não determinam qualidades.
A juventude as vezes ignora a velhice exatamente por medo do seu próprio futuro.
Altruísmo e determinação não depende do estado do corpo físico, há Jovem velhos e decadentes e Velhos laboriosos e contentes.
A vida é com uma roseira, na juventude percebemos apenas as rosas, cores, perfumes e carinhos, na velhice entendemos o quanto foi importante a terra o caule e os espinhos...
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